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LETRA

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Deixa-me levar-te para o meu porto de abrigo
Eu, não te vou julgar não, ouve bem o que te digo
E, vou massajar o teu ego ferido
Porque, para além de bom amante eu serei bom amigo

Deixa-me levar-te para o meu porto de abrigo
Eu, não te vou julgar não, ouve bem o que te digo
E, vou massajar o teu ego ferido
Porque, para além de bom amante eu serei bom amigo

Eles dizem que és perfeita além das curvas que tens
Porque abusas da moral dos homens que exibem os bens
Para ti homens não são cães tu soubeste escolher
Soubeste ver quem pode te ter
Sem nunca teres de te arrepender
Eu vi em ti sensualidade e essa classe de Miss
Tuas fotos mostram isso nunca postiço e porquice
Imagino-te, tudo muito longe do limitado
Debatermos qualquer tema
Ao tom dum bom vinho importado
Meu Deus... não sei se peço demais
Mas sei que peco e perco me em ti sem desejos carnais
Cada livro sua história sem nada interessante
A tua história tem interesse além da capa interessante
És perfeita com defeitos que tu sabes assumí-los
És desfeita e feita sem preconceitos
Passar de um peito desfeito para saber construí-lo
É que distingue quem se levanta dos que ficam insatisfeitos, então

Deixa-me levar-te para o meu porto de abrigo
Eu, não te vou julgar não, ouve bem o que te digo
E, vou massajar o teu ego ferido
Porque, para além de bom amante eu serei bom amigo

Não revelas nas feições as tuas imperfeições
Apelas à loucura e atropelas corações
Deixaste os meus fellas a viver nas emoções
A ter intenções de fazer aproximações
Por isso elas têm razões, argumentações
Para te chamar nomes e fazer acusações
Tu és estraga-casamentos, destrói-relações
A maior perdição das perdições
Recordações: já fui cobaia de mulheres da tua laia
Que vivem sem compromisso ao sabor da gandaia
Vida num improviso o que tu fazes não se ensaia
Da maneira que provocas e nos deixas on fire
A tua beleza é crónica, a genética não mente
És uma bomba atómica anatomicamente
Mas ironicamente, apesar de atraente
Continuas vazia e carente

Deixa-me levar-te para o meu porto de abrigo
Eu, não te vou julgar não, ouve bem o que te digo
E, vou massajar o teu ego ferido
Porque, para além de bom amante eu serei bom amigo

Deixa dizer que eu te adoro
Deixa dizer que és tudo aquilo pelo qual eu imploro, (Oh)
Deixa-me ser teu devoto, tu fazes parar a estrada
Olha que eu ainda capoto, (Oh)
Deixa a minha língua ser o pincel
E deixa recriar a Mona Lisa na tua pele, (Oh)
Deixa-me dizer que és do mais belo
Sex appeal sem paralelo, teu lugar é na passerelle, (Oh)
Deixa perguntar se és modelo
E dizer que fico crazy quando mexes no cabelo, (Oh)
Deixa dizer-te qual é o deal, hoje deixas-me ser teu
Amanhã voltas ser dele, (Oh)
Tu és o meu calcanhar de Aquiles, cheiras a flor de jasmim, dá-me a luz verde e eu não mayo, (Oh)
Tu tens o corpo da Kim, cara de Cara Delevigne
E traços de Sara Sampaio, (Oh)
Tu e o teu jeito de ser e esses olhos à C.V.,
Com carisma de TV, (Oh)
Tu és fogo que arde e se vê, alguém que ligue o AC, senão vou desfalecer, (Oh)
Fica a saber que és nota dez, safoda o André Sardet
Isto não é feitiço, isto é voodoo, (Oh)
Sinceramente és tudo o que um homem quer
Mas eu batia na minha filha
Se ela fosse como tu, hoe!

fuente: musica.com disquito - musica.com

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